
Dez episódios, ritmo alucinante, inúmeras reviravoltas,
muita tensão, atuações incríveis e uma história amarradinha. Conclusão: vício
total e a certeza de que a série vale cada minuto.
Começamos a história vendo a personagem Sarah Manning
chegando a uma estação de trem praticamente vazia. Há somente uma mulher, de
costas. Sarah vai se aproximando quando a mulher vira para ela e comete
suicídio jogando-se em frente ao trem. A situação por si só já é bastante
chocante, mas há um agravante ainda maior para Sarah. A mulher morta era
exatamente igual a ela. Em segundos, Sarah decide roubar a bolsa que a morta
deixara no chão. Sarah está numa situação limite: precisa fugir de um
ex-namorado traficante e violento, Vic e
de dinheiro para resgatar a filha, Kira, (que ficou com Senhora S., a
mãe adotiva de Sarah) e fugir de todos, juntamente com seu irmão adotivo Felix.

Para isso Sarah tem a brilhante ideia de se passar pela
mulher morta, Beth (a quem julga ser sua irmã gêmea) e roubar o dinheiro que
ela guarda no banco. Mas Sarah não imaginava que Beth era uma policial com um
colega detetive em seu encalço e um namorado carente. E as coisas se complicam
ainda mais quando Sarah descobre mais duas mulheres idênticas a ela. A partir
daí a história começa uma série de reviravoltas e surpresas de cair o queixo e
que não vou descrever aqui para não estragar a surpresa.

A atuação de Tatiana Maslany é soberba. Para cada uma das “gêmeas”
ela dá um sotaque, tom de voz, postura, trejeitos diferentes. E no momento em
que uma “gêmea” tem que se passar por outra, Tatiana dá um show e arrasa. O
personagem Felix também é muito bem interpretado e responsável pelos mais
hilariantes momentos da série.
Enfim, se você curte uma boa série de ficção, veja Orphan
Black imediatamente!
by Alê
Procurava um blog que falasse sobre séries e gostei muito do seu. Parabéns.
ResponderExcluirEstou seguindo seu blog para acompanhar as atualizações e sempre que puder fazer uma visita.
Abraços
http://reaprendendoaartedaleitura.blogspot.com.br/